Rafael, 17 anos. Cansei de tentar preencher dez ou quinze linhas inventando sentimentos pseudônimos, sentimentos que não vivi, ou realmente vivi e tenho vergonha de dizer, e minto ser de outro alguém, às vezes com nome, mas nem sempre intitulado, pois queriam que entendessem que sou eu em meus textos, sou eu aqui tentando me descrever, e infelizmente, quase nunca consigo. Talvez algumas músicas tristes e uma dose de conhaque possa me descrever melhor.